2ª Etapa da Copa Brasil de Paraciclismo - Itajaí - SC
Entre os dias 11 e 13/10, Marleide participou da 2ª Etapa da Copa Brasil de Paraciclismo, na cidade de Itajaí (SC). No dia 11 todos os atletas assistiram ao Congresso Técnico, onde foi feita a entrega dos kits, e passadas as informações à respeito das provas e regras.
No dia 12 aconteceu a prova de Contra-relógio, num circuito realmente lindo, que é um dos cartões postais de Itajaí... o Molhe da Atalaia, onde a pista adentra o mar e dá volta num farol. A parte ruim é que as curvas eram fechadas e o clima também não ajudou muito, pois principalmente no primeiro dia ventava e chuviscava bastante.
Entre os dias 11 e 13/10, Marleide participou da 2ª Etapa da Copa Brasil de Paraciclismo, na cidade de Itajaí (SC). No dia 11 todos os atletas assistiram ao Congresso Técnico, onde foi feita a entrega dos kits, e passadas as informações à respeito das provas e regras.
No dia 12 aconteceu a prova de Contra-relógio, num circuito realmente lindo, que é um dos cartões postais de Itajaí... o Molhe da Atalaia, onde a pista adentra o mar e dá volta num farol. A parte ruim é que as curvas eram fechadas e o clima também não ajudou muito, pois principalmente no primeiro dia ventava e chuviscava bastante.
Os ciclistas correram sem chip na bicicleta, e na categoria Tandem, a prova que teria que terminar na 7ª volta, deve ter passado de umas 10 voltas. Marleide e Nelma ficaram com a 2ª Colocação, embora até mesmo pessoas da torcida da cidade insistiam que elas haviam ganho.
Já na prova de Estrada, no dia 13/10 (que foi uma segunda Contra-relógio na verdade), o que havia sido dito no Congresso Técnico é que o percurso seria de 38 voltas, mas no dia da prova foi reduzido para 26, e na hora da largada para apenas 15. O que certamente beneficiou atletas de velocidade e não de resistência! Eu diria que a etapa de Itajaí deixou um pouco a desejar para a 1ª Etapa em Peruíbe, que deu um show de organização.
Enfim, foram dois segundos lugares suados e penosos, porém honrados, mesmo porque nossas atletas não se encontravam em perfeitas condições, devido a um "belo tombo" durante um de seus treinos uns 10 dias antes. Nossas guerreiras foram nota 1000 como sempre, e o que mais valeu a pena nessa ída à Itajái, foi a hospitalidade e a gentileza do povo catarinense, além das belas paisagens registradas! No mais, esperamos que a próxima etapa em Brasília seja bem melhor! Até Novembro!
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